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Servidor exonerado por atestado falso apresentou documento para trabalhar uma semana em outro lugar

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Servidor exonerado por atestado falso apresentou documento para trabalhar uma semana em outro lugar

panorama Uberlândia Tibery por do sol Center Shopping Daniela Nogueira/g1 O oficial administrativo demitido por apresentar atestado médico falso em Uberlândia admitiu ter pagado cerca de R$ 60 por documento para poder trabalhar em outro lugar durante período de afastamento e conseguir um dinheiro extra. De acordo com a Prefeitura, ele protocolou um documento que teria sido emitido pela Unidade de Atendimento Integrado (UAI) do Bairro Planalto para abonar faltas por uma semana. O falso atestado seria do dia 23 a 29 de agosto de 2024, voltando ao trabalho numa sexta-feira que antecedia um feriado municipal. Entretanto, durante a apuração do Município, a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), que administra a UAI Planalto, afirmou que o servidor não passou por atendimento médico na unidade na data que consta do suposto atestado. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Conforme depoimento do servidor, que era lotado na Secretaria Municipal de Educação de Uberlândia, ele pretendia se ausentar do trabalho na Prefeitura para “poder trabalhar em outro lugar e conseguir dinheiro para organizar sua vida”. "A conduta foi praticada com o propósito deliberado de obtenção de vantagem indevida mediante afastamento irregular do serviço público. Demonstra, de forma cristalina, o dolo específico, a quebra da fidúcia funcional e a utilização do cargo público em benefício particular, em flagrante violação aos deveres de honestidade, lealdade, legalidade e dedicação ao serviço público", afirmou a publicação. Além disso, ele informou ter pagado entre R$ 50 e R$ 60 pelo falso documento por intermédio de um contato indicado por terceiro. O servidor ainda relatou que recebeu o suposto atestado por meio do aplicativo WhatsApp e realizou o cadastro no sistema oficial da Administração. "Tal circunstância, por si só, revela a plena consciência da ilicitude da conduta, afastando qualquer alegação de erro, desconhecimento ou boa-fé objetiva", informou a decisão. Comissão opinou por suspensão, mas secretário viu gravidade para demissão A decisão por demissão do oficial administrativo foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM) de quarta-feira (21). Conforme a publicação, a comissão processante havia entendido pela aplicação da penalidade de suspensão de 90 dias do servidor. Contudo, diante da gravidade do caso, o secretário de Administração, Celso Pereira de Faria, divergiu do relatório e decidiu pela demissão. "Uma vez que a gravidade concreta da infração, o dolo evidenciado, o potencial lesivo à Administração e a quebra irreparável da confiança funcional impõem a aplicação da sanção máxima prevista no ordenamento jurídico", afirmou na publicação. LEIA TAMBÉM: Servidora que faltou quase metade do ano é exonerada pela Prefeitura de Uberlândia Servidora admite ter pago R$ 600 a professora por diploma falso e Prefeitura de Uberlândia mantém cassação de aposentadoria Servidores da Prefeitura de Uberlândia são reprovados no estágio probatório por excesso de faltas não justificadas Servidora é exonerada após apresentar atestado médico de dois dias rasurado ASSISTA: Uberlândia é a 2º cidade com a maior frota de carros elétricos e híbridos Uberlândia é a 2º cidade com a maior frota de carros elétricos e híbridos VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

Publicada por: RBSYS

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